24 June, 2011

Mais perdas...



E o mundo continua girando! Ainda bem.
Mas o tempo, inexorável, traz, em seu bojo, o peso da idade. E/ou da doença.
E ela deixa o mundo triste...
Seguem mais alguns, dos quais lembrei hoje, que já "subiram" (ou voltaram para casa).

Alborghetti


Mercedes Sosa


Fazem falta.

11 July, 2010

EaD? Quero distância dessa (má) educação!

Como MUITOS sabem, sempre fui defensor da EaD (educação a distância, para quem chegou agora de Saturno).
Desde que BEM feita. Com bases pedagógicas adequadas e com suporte tecnológico capaz de manter o processo ensino-aprendizagem em níveis compatíveis com o século XXI.
Contudo, tenho observado que muitas empresas (e IES) têm pego "carona" na ideia, achando que é um filão inesgotável de renda...
Até seria, não fosse a queda vertiginosa da qualidade desta "educação".
Algumas instituições de ensino bradam aos quatro cantos que têm mais de cem mil alunos, como se isso fosse indicativo de qualidade...
Ledo engano!
Nessas horas são questionados os meios para o fim maior, que é "transmitir conhecimento".
Estúdios bem equipados (e caros) não são sinônimo de aulas com conteúdo.
E nem de professores qualificados.
Muito menos de material didático adequado à linguagem!
Hoje, TODO o mundo faz EaD.
Ou diz que faz.
Pior para nós, que defendemos - e conhecemos - esta modalidade, tem gente que acredita!
Por isso é que estou repensando esta minha "defesa".
Árdua e "baseada em fatos reais".
É chegada a hora de separar o joio do trigo (e haja joio...).
Ou ainda há espaço para os "profiCionais da educaSSão"?
Como programador, defendo plataformas estáveis e decentes (não. Não me refiro ao Moodle. Amplamente adotado, não é a única - e nem a melhor - opção para um LMS).
Por ser professor, recomendo uma adequação às linguagens e métodos desta opção de ensino, que reflete os anseios de alunos e professores de um mundo envolvido em tecnologia, mas que gostaria de conhecer mais. Se possível, da melhor forma. E com a velocidade típica do século da informação.
Mas não por empresas que alegam possuir "a melhor tecnologia"...
Ciência, sim. Tecnologia, sim.
Mas com sabedoria!
De preferência, sem CTRL-C/CTRL-V ou meras citações...
A EaD carece de conhecimento de causa. E de práxis.
Teorias são muio boas onde estão: nos livros.
E só serviam (mantidas as devidas proporções) para dar "o molho" em trabalhos escolares (escola, aqui, é só até o ensino médio. Mas tem muito aluno/professor - leia-se pós-graduado/mestre/doutor - que ainda acha que um trabalho (dissertação, TCC, tese, prova) é feito apenas com citações....
Assim sendo, é fácil ter "opiniões". Está TUDO lá!
Colocar um ou outro "segundo fulano" ou "de acordo com sicrano" até é salutar.
Escrever um texto TODO, não.
Mas sou do tempo em que se fazia o "ex ducere". E era bem feito!
Então, vou passar a citar. Segundo EU MESMO...
Quem sabe, assim, mudem as ideias.
Ou as pessoas.
Acabo de lançar a autoparáfrase(*). Sintam-se à vontade para copiar.
Mas dêem créditos.

(*) Paráfrase é a reescrita de um texto, com outras palavras. Visão utópica, tratando-se do achatamento cultural que sofremos. Não confundir com citação PURA.

18 June, 2010

Continuando...

Na mesma linha de raciocínio do último post, o uso INDISCRIMINADO de palavras pesadas como 'pedofilia' faz com que muitas pessoas (eu, inclusive) tenham medo até de dar carinho às crianças.
O problema é que, por ser professor há tanto tempo, não me imagino sem conversar com o "povo" da "geração sub-15" que, se bem orientado, pode nos ensinar muita coisa. Basta que falemos a língua deles e os entendamos.
Mas sem aquela bobagem pedagógica de chamá-los de aborrecentes...
Obviamente, alguns são BEM chatos e/ou estão descobrindo "certas coisas" e, nestes casos, não convém dar-lhes muita corda.
Voltando às macérrimas vacas, parece que usar as palavras da "moda" tem audiência.
Nas TVs e na sociedade pseudo-culta.
Afinal, quem as usa PARECE estar 'antenado'...
Bah! Pobreza de espírito e de cultura.
Sou transparente. Falo o que penso. E isso DÓI.
Principalmente naqueles mal-resolvidos, que não conseguem conversar com alguém de outra classe ou de outra faixa etária ou mesmo de outro sexo (mais uma palavra polêmica).
Somos - até prova em contrário - TODOS humanos.
Então, sendo homem, não se pode ser amigo de mulheres, sem correr o risco de parecer conquistador?
Ou de crianças, sem parecer "interessado"?
Este é um dos motivos pelos quais, mesmo sendo da área de TI, ODEIO a inclusão digital (e, de certa forma, a cultural).
E isso não vai quebrar meus paradigmas humanos de "levar cultura e computadores a todos", mas deveria haver um filtro...
Afinal, que mal há em se jogar MiniFazenda com a "seleção sub-15"?
O máximo que pode acontecer é a ajuda mútua entre "vizinhos" (no caso das "Fazendas", que ficaram tão populares nas redes sociais, como aplicativos externos, nas quais pode-se espantar os pombos ou limpar as folhas secas, ganhando pontos a cada auxílio prestado).
Isso é ruim?
Au contrarie, tenta criar uma política de boa vizinhança (literalmente), usando o modelo de um fazendeiro que só irá crescer se ajudar e for ajudado.
E no caso dos jogos FPS (First Person Shooter), nos quais a "matança" corre solta?
Uma vez mais, está em jogo o elemento de ação conjunta, pois só se consegue libertar os reféns (ou invadir alguma instalação militar) quando TODOS agem juntos.
Então, que tipo de lição fica? A de que se pode, sim, conversar com TODO tipo de gente (a constituição traz, como premissa, que "... todos são iguais perante a lei...").
O ruim é ter que aguentar certos pseudo-moralistas, frequentadores assíduos de sítios pornôs, com aquele papo de "pedo".
É hora de esse povo buscar tratamento e não tentar parecer sábio.

Para deixar BEM claro, condeno VEEMENTEMENTE qualquer tentativa de abusar de crianças e adolescentes (ou mesmo de adultos).

Enquanto isso, espalho fertilizante nas plantações dos amigos...
Numa dessas subo de nível. Ou ganho experiência.

17 June, 2010

The Internet is the medium and not the cause

When will people wake up to the fact that the information is at your fingertips and a mouse?
The embryo of the Internet - designed in the 60's (with the ARPANET in 1969, being the most accepted genesis), created by - and for - Universities should have been aborted on the spot ...
While only government research centers and universities had access, although little information, even thought the "black" future of that good idea.
Social networks have their role. The microblogging (read Twitter), too. Video conferencing, when used properly, ibid.
Then came the people ...
And with them, a lot of bad thoughts. 'A lot', here, represents REALLY a lot of.
Unfortunately, good - if not the largest - part of the "trash" generated in the large network is produced by BRAZILIAN people.
Crimes scheduled through 'posts' or via the sharing of pornographic images involving children and adolescents, the great dream of connecting all computers in the world transformed the simple act of clicking a link in a real Russian roulette.
Being a teacher and consultant in IT, I MUST get to know the tools (whether to recommend them or to develop similar applications), but I confess I am VERY concerned about the content, because the way I already knew.
From jokes and slides containing beautiful images and thoughts to XXX videos and attempts to catch the unsuspecting user, our email accounts are daily bombarded with "a little of everything." Sometimes they give us encouragement in the sad times ...
But, invariably, are current Trojans, old jokes, fake news ...
So, how to filter good information?
Common sense, after all.
We can't truly believe in everything you read - and see / hear - on the Internet.
Anyone making a page and hosting anywhere. Even with names similar to the "original" with the intent to seem believable.
In this case, just a query to reliable sources: other users.
Still, with proper care, they may also have been abducted by the dark side of the pseudo-information.
As if that were not enough, ALL the problems caused by the massive use of network resources, the WORST is what concerns the morality of minors.
Typical case is the publication of photos / videos with little - if any - clothes in social networks / videochats without proper adult supervision.
I've had the misfortune, clicking randomly on the list of available rooms on a site that offers videoconferencing facilities, to see a girl "offering up" (literally), playing the audience.
Pitiful!
Hence the other side.
Where are the parents of that girl? Does at least know what she's doing in front of a webcam?
It's an incentive to pedophilia?
Since when it needs encouragement?
There is an urgent need to report the camera (or the room but not the service itself, for the purpose IS NOT THAT. Just read the ToS - Terms of Service - available on the homepage of the sites that offer it).
And speaking of this filth that is this sexual predilection for children, here's another issue: the mistaken utilization of this vernacular.
Pedos refers to children (pediatrician ...).
In the case of attraction to prepubescent youths, the correct term is hebefilia (hebe = youth).
But this is the case for another post.
By the way, BOTH are disgusting!
Thus, it is my indignation about the misuse of the Internet.
Some residents of other countries (i mean the non-Brazilian) keep themselves VERY FAR from certain social networks.
Yes, they use other ones.
But that will soon be destroyed by bad use of some Brazilian...
FYI, as a Brazilian, I'm NOT proud of this behavior!

A Internet é o meio e não a causa

Quando as pessoas irão acordar para o fato de que a informação está ao alcance dos dedos e de um mouse?
O embrião da Internet - concebido nos anos '60 (com a ARPANET, em 1969, sendo a gênese mais aceita), criado por - e para - Universidades, deveria ter sido abortado ali mesmo...
Enquanto apenas governo, centros de pesquisa e universidades tinham acesso, apesar de pouca informação, sequer se pensava no futuro "negro" daquela boa ideia.
As redes sociais têm sua função. Os microblogs (leia-se Twitter), também. As videoconferências, quando BEM utilizadas, idem.
Então, veio o povo...
E, com ele, muita coisa ruim. 'Muita', aqui, representa muita MESMO!
Lamentavelmente, boa - senão a maior - parte do "lixo" gerado na grande rede é produzido por BRASILEIROS.
De crimes marcados via scraps ao compartilhamento de fotos eróticas envolvendo crianças e adolescentes, o grande sonho de interligar TODOS os computadores do planeta transformou o simples ato de clicar em um link em uma verdadeira roleta russa.
Por ser professor e consultor da área de TI, tenho a OBRIGAÇÃO de conhecer as ferramentas (seja para recomendá-las ou para desenvolver aplicações semelhantes), mas confesso estar BEM preocupado com o conteúdo, pois a forma eu já conhecia.
De piadas ingênuas e slides contendo belas imagens e pensamentos a vídeos "para maiores" e tentativas de pescar o usuário incauto, nossas contas de e-mail estão sendo, diariamente, bombardeadas com "um pouco de cada coisa". Algumas vezes, que nos dão alento nas horas tristes...
Mas, invariavelmente, são correntes, trojans, piadas antigas, notícias falsas...
Então, como filtrar a BOA informação?
Bom senso, antes de tudo.
Não se pode acreditar piamente em tudo o que se lê - e vê/ouve - na Internet.
Qualquer um faz uma página e a hospeda em qualquer lugar. Até com nomes semelhantes aos "originais", com a intenção de parecerem críveis.
Nesta caso, basta uma consulta às fontes fidedignas: outros usuários.
Mesmo assim, com o devido cuidado, pois eles também podem ter sido abduzidos pelo lado negro da pseudo-informação.
Com se não bastasse, de TODOS os problemas decorrentes do uso maciço dos recursos de rede, o PIOR é o que diz respeito à moral de menores.
Caso típico é a publicação de fotos/vídeos com pouca - ou nenhuma - roupa nas redes sociais/videochats, sem a devida supervisão de adultos.
Já tive a infelicidade de, ao clicar randômicamente na lista de salas disponíveis em um site que oferece recursos de videoconferência, ver uma menina "oferecendo-se" (literalmente), disputando audiência.
Lamentável!
Daí vem o OUTRO lado.
Onde estão os pais daquela criatura? Será que ao menos sabem o que ela anda fazendo à frente de uma webcam?
É um incentivo à pedofilia?
Desde quando isso precisa de incentivo?
Há a necessidade URGENTE de se reportar a câmera (ou a sala, mas não o serviço em si, pois o propósito NÃO É AQUELE. Basta ler os ToS - Terms of Service - disponível na página de entrada dos sites que o oferecem).
E por falar nessa nojeira que é essa predileção sexual por crianças, eis um outro assunto: a má utilização do vernáculo.
Pedos refere-se a crianças (pedagogo, pediatra...).
No caso de atração por jovens pré-púberes, o termo correto é hebefilia (hebe = jovem).
Os DOIS são nojentos!
Mas isso é caso para outro post.
Assim, fica a minha indignação quanto ao mau uso da Internet.
Certos estão os habitantes dos outros países, que passam LONGE de certas redes sociais.
Sim, eles usam outras.
Mas que serão, em breve, destruídas pelo péssimo uso de certos brasileiros.
Como brasileiro, NÃO estou orgulhoso desse modo de agir.

31 May, 2010

Trend topics...

E agora, temos tendências.
Se já as tínhamos no dia-a-dia, agora elas vêm na forma de tweets...
Os tais Trend Topics representam "o que o povo anda falando" no Twitter. E, como se pode imaginar, quanto mais usuários postando a mesma palavra, maior a chance de ela se tornar uma "tendência".
Obviamente, isso é instantâneo. Tanto em termos de aparição quanto de sumiço da lista.
Nesta madrugada de segunda, 31 de maio de 2010, por exemplo, o líder é Charles Henriquepédia.
Um dos mais novos integrantes do programa Pânico na TV, é uma figura cativante e engraçada.
Já ouvi que o Pânico sempre usa (e abusa) das pessoas "diferentes" - ou estranhas [sic].
Mas NINGUÉM é forçado a nada. E nem pode. Afinal, estamos em um país livre, que preserva a liberdade de expressão (momento utópico).
De qualquer forma, estar no topo dos TTs (como os Trend Topics são 'carinhosamente' chamados), desperta interesse - e curiosidade.

Então, os norte-americanos queriam saber QUEM era a figura, que deveria ser MUITO importante, pois estava em primeiro lugar na lista.
O difícil foi convencê-los de que era apenas um humorista de um programa de TV brasileiro...
Não bastasse, do MELHOR programa de humor do Brasil.
Mas isso já foi escrito aqui...

11 November, 2009

Ela, bela, Rafaela.



Ah, esses olhos... Da cor do mar.
Mas ELA não é só isso!
Cabelos longos, sorriso largo (e que sorriso!), pezinhos delicados...
Divertida, rápida de raciocínio, feminina, tem TODOS os dentes e, condição sine qua non, sabe ler e escrever!
E é com ELA que passo minhas madrugadas insones, nos mares (de novo o mar.... Não é coincidência) digitais.
Aprendi muito em uma só noite. Bandas "alternativas", mas de fantástica capacidade criativa. Letras e melodias lindas , que nos fazem pensar. E sonhar.
Planos para dias de risadas durante as férias (poucos dias, mas que serão suficientes para uma 'recarga' na bateria mental. Quem sabe assim possamos aguentar mais um ano de MUITO trabalho. E aulas. E família. E apagões...)
E que o brilho do olhar dela NUNCA se apague.
Afinal, é ELA. ELA. A bela Rafaela.